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Brasil saude

Una mirada “saludable” al programa Mais Medicos desde la perspectiva del régimen Castro comunista.


Muchas informaciones se han conocidos desde la propuesta del presidente electo del Brasil Jai Bolsonaro de revisar el oprobioso convenio entre el gobierno de Cuba y del Brasil en manos de dueto (Lula-Dilma) conocido como Mais Medicos. Cuba en un acto arrogante y desproporcionado se retiró del convenio. Ahora podemos conocer del papel de capataz y  administrador de esclavos-médicos por parte de la Organización Panamericana de la Salud; la ocupación de la representación de la OPS-Brasil por un  grupo de jenízaros cubanos  controladores de los más de 10 mil médicos en Brasil y el papel de líder de este puesto de avanzada de ocupación en territorio brasileño, también cubano Dr. Joaquín Molina. Todos estos agentes de influencia controlaban totalmente las oficinas de la OPS en Brasil.

Tripartita Cuba OPS Brasil feb 2017 2

Un análisis productivo sobre la cooperación cubana en el Programa Mais Médicos emanó de la IX Reunión Tripartita entre Brasil, Cuba y la Organización Panamericana de la Salud/Organización Mundial de la Salud (OPS/OMS), efectuada los días 9 y 10 de febrero en la oficina de este organismo internacional en La Habana.

Presidieron el encuentro el Secretario de Gestión del Trabajo y de Educación en Salud, Sr. Rogério Luiz Zeraik Abdalla, la viceministra del Ministerio de Salud Pública de Cuba (MINSAP), Dra. Marcia Cobas, la Directora del Departamento Legal de la sede de la OPS/OMS en Washington, Dra. Heidi Jiménez, el representante de la OPS/OMS en Brasil, Dr. Joaquín Molina y la Ing. Ileana Fleitas, de la representación de OPS/Cuba.
Funcionarios del Ministerio de Salud de Brasil (MINSA), del MINSAP, así como de los Consejos Nacionales de Secretarios Estaduales de Salud (CONASS) y de Secretarios Municipales de Salud (CONASEMS) participaron en la cita, la primera que se celebra luego de la renovación del programa por un nuevo período de 3 años de este importante y exitoso modelo de cooperación Sur-Sur, creado en 2013 por el Gobierno Federal de Brasil y renovado en septiembre de 2016 durante el 55 Consejo Directivo de la OPS por el significativo impacto en la situación de salud de los brasileños y los beneficios reportados para los sistemas de salud de ambos países.

En este espacio de coordinación del proyecto estuvieron presentes también otras instituciones cubanas como el Ministerio de Relaciones Exteriores (MINREX), el Ministerio de Comercio Exterior (MINCEX), además de Cubana de Aviación y la Embajada de Brasil en Cuba.

La cooperación cubana: clave en un proyecto que cambia vidas

Se discutieron durante la reunión diversos aspectos relativos a la organización de los relevos y la continuidad de las actividades en la nueva etapa del proyecto que se inició en 2016, por un periodo de tres años.

El representante de la OPS/OMS en Brasil, Dr. Joaquín Molina ( foto a la izquierda) , transmitió el mensaje de la Directora Carissa Etienne, quien reafirmó el compromiso con el programa Mais Médicos, iniciativa que ha movilizado alrededor de 11 400 profesionales cubanos de la salud con el objetivo de suplir el déficit de recursos humanos para asistir a los grupos más vulnerables, afectados por desigualdades sociales en zonas periféricas, comunidades remotas, asentamientos rurales y 34 Distritos Sanitarios Especiales Indígenas.
Por su parte, el Secretario de Gestión del Trabajo y Educación en Salud (SGTES), Dr. Rogério Luiz Zeraik Abdalla, elogió el humanismo y la dedicación de los médicos cubanos en la asistencia a 36 millones de brasileños que nunca antes habían recibido atención médica.

La nueva administración brasileña reconoció y agradeció al gobierno de Cuba el trabajo de los colaboradores de la Isla, quienes han aplicado el modelo de atención primaria en el país suramericano.

En tanto, la viceministra del MINSAP, Dra. Marcia Cobas Ruiz, felicitó a la delegación brasileña por la invitación al CONASS y CONASEMS, cercanos al médico cubano y a la población asistida en los parajes más recónditos de esa nación.

Igualmente, abundó sobre la cooperación médica cubana en 63 países del mundo y exaltó la trascendencia del proyecto como aporte en el cambio de medicina curativa a medicina preventiva en el Sistema de Salud de Brasil.

Asimismo, subrayó el compromiso de los médicos cubanos, que representan casi 60% del total de profesionales del programa, para el acceso a servicios de salud para los más desfavorecidos.

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Carta aberta de um médico cubano ao presidente do Brasil, Jair Bolsonaro.


 

Carta aberta de um médico cubano ao presidente do Brasil, Jair Bolsonaro. 
Caro Presidente eleito Jair Bolsonaro,

Confesso-lhe, desde já, uma coisa: não pensei começar esta carta assim, desta maneira. Tinha pensado em algo mais emocional, mais elaborado. Mas não tenho outra escolha, Sr. Presidente, sou uma cubana de pura cepa, tenho açúcar e tempero no sangue, pelo que devo contar-lhe a primeira coisa que me vem à mente: Que maravilha poder chamar a alguém presidente, e realmente sentir isso, sem fingir ou aparentar!

Talvez não entenda. Ou sim. Talvez esteja muito bem informado sobre o que nós, cubanos, vivemos durante todo este tempo, pouco mais de meio século, veja só quanto tempo! Um só homem a governar até há poucos anos. Outro, irmão dele, a governar por outro punhado de anos. E agora um fantoche mal nomeado e pior formado, a governar como se fosse um presidente.

Se ler esta carta que escrevo à meia-noite, esgotada, tensa, com uma enorme dor de cabeça e nervos à flor da pele, mas feliz por ser livre, gostaria que soubesse uma coisa: esta é a primeira vez que me dirijo a um presidente com orgulho e honra. E esse ganhou-o antes mesmo de assumir o comando deste belo e hospitaleiro país em que vivo há três anos, colaborando dentro das minhas possibilidades e aprendendo a amar, respeitar e curar as feridas físicas e espirituais do seu povo.
A minha carta é um pedido de ajuda, Presidente Bolsonaro. E na minha carta estão as vozes de cerca de vinte colegas meus, todos do município de Ponta Grossa, todos nós que nos conhecemos e decidimos não fazer o caminho de regresso. Por isso digo: não vamos voltar para Cuba. Não queremos voltar à escravidão real, apesar de termos passado alguns anos nesta escravidão virtual que é trabalhar para que outros enriqueçam com o nosso sacrifício.

Mas pedimos-lhe ajuda, dizia eu. Com humildade e gratidão. Com bondade. Com o sentimento tão bonito que é gerado por saber que o senhor, presidente democraticamente eleito, pensou nos nossos salários e nas nossas famílias cem vezes mais do que os nossos concidadãos que, supostamente, deveriam velar por nós.

Estamos desesperados, Sr. Presidente. Assume a seu cargo o Brasil em janeiro e isso ocorre num momento de alta tensão nacional. Terá de se ocupar primeiro do seu país e depois de nós. E não sabemos o que fazer agora, a não ser confiar na sua palavra de que nos protegerá com o asilo político para todos os que decidirem, como eu, não voltar.

O governo de Raúl  Castro/Díaz-Canel quer que regressemos antes de 5 de dezembro. Quase um mês antes de que possa fazer algo por nós. Se escolhermos agora fugir, não entrar nesses aviões, se dissermos aos nossos entes queridos por telefone para não esperarem por nós, pelo menos por agora, estaremos a assinar pelo menos oito anos da agonia da distância... E não sabemos o que fazer agora no Brasil.
A quem nos dirigirmos. Como pedir ajuda. Como continuar a trabalhar. Quem nos vai pagar. Quem vai responder por nós, que a partir desse momento seremos párias sem país ou apoio, quase desterrados.

Tenho uma menina de doze anos em Cuba. É melhor não lhe dizer como é terrível sabê-la longe de mim. Até à última gota de suor, até ao último centavo, as minhas últimas forças serão, a partir deste momento, dedicadas ao momento em que possa reunir-me com ela aqui. Na nossa nova terra da liberdade. Num Brasil que me ensinou a maravilha da liberdade, mesmo quando o seu governo anterior conspirou com o do meu país para nos roubar três quartos do que ganhamos a salvar vidas nestas terras sul-americanas.

Quando decidimos aceitar esta escravidão moderna, assinando contratos que nos tratavam como bolseiros, como semiprofissionais, maltratados e mal remunerados, foi por desespero: queríamos progredir. Como milhões de outros cubanos, professores, dentistas, atletas, engenheiros.

Queríamos dar aos nossos filhos um futuro melhor do que o que vivíamos num país sequestrado por uma família, imagine: uma única família, um único apelido que vem mandando naquela ilha há sessenta anos! Não somos hipócritas. Não somos oportunistas. Somos vítimas em busca de oxigénio fora da prisão em que nos calhou viver.

Não queremos apenas ficar: queremos que se sinta orgulhoso de nós. Da nossa coragem e do nosso esforço. Queremos continuar a tratar dos vossos pacientes, a curar os mais velhos, a dar à luz os filhos dessa terra linda onde a mandioca, a feijoada, o samba, o futebol e o amor a Deus se tornaram tão nossos, muito dos nosso corações, como o arroz com feijão, café, a salsa e a bola.
Para isso, para cumprir um mandato que lhe exigiu tratar-nos com decoro quando os mandantes do nosso país nos trataram como escravos, precisamos de uma última ajuda. O caminho legal para agora mesmo, e não para janeiro. Como estabilizar-nos agora mesmo, enquanto não chega a sua concessão de asilo.

Eu não posso dizer-lhe o meu nome, Sr. Presidente. Não por mim, que nada podem fazer contra mim, porque já sou livre. Já decidi ser livre. Pela minha família. Pela minha filha. Pelos meus pais, adoentados e exaustos pelas visitas e ameaças da polícia política cubana. Pelo que possam fazer-lhes a eles lá, onde não têm defesa nem embaixadas solidárias, diplomacia, nem imprensa livre.

É por isso que permaneço no anonimato e lhe envio um beijo sem protocolos ou artifícios, apenas com um sorriso, talvez com algumas lágrimas nos olhos, com a nobreza de quem pede esmola, mas sem espingardas: a nossa maneira de entender que no está por diante, também será o presidente por quem rezaremos para que faça o melhor que puder por esta bela nação e por nós: estes médicos que já tanto lhe devemos.

Jair Bolsonaro, mais médicos, Brasil, Cuba, Brasil Saude, Raúl  Castro, Díaz-Canel,


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Declaração dos Médicos Cubanos Livres para o Brasil.


Uma declaração de médicos cubanos no Brasil chamou: Médicos cubanos livres, liberaram seus pontos de vista sobre a decisão fatídica do regime comunista em Havana para retirar todos os médicos cubanos contratados para trabalhar no programa Mais médicos. Essa afirmação mostra as verdadeiras raízes dos cubanos e especialmente dos profissionais médicos que demonstram sua vocação de serviço e sua nobreza de ação em sua atuação como médicos em seu trabalho no Brasil. Eles sabem como homenagear os brasileiros e aquele país que eles admiram e respeitam. Em seguida a declaração:


"Somos médicos livres do jugo da ditadura cubana"

Povo brasileiro.                                       

Nós, médicos cubanos livres atualmente residindo no Brasil, temos experiência de trabalho internacional em vários países, bem como no Brasil, onde trabalhamos nos lugares mais intrincados da geografia brasileira e outros não tão inóspitos, mas, que da mesma forma, careciam de acesso e acompanhamento médico.

Nesta oportunidade nos dirigimos a vocês para expressar nossa solidariedade e reiteramos o compromisso profissional e humano de atendê-los onde formos chamados. Cumprindo assim, nosso dever cristão e hipocrático, de proteger, amar, cuidar e defender ao próximo, como é nosso dever sagrado.
Depois de um começo difícil, onde superamos a resistência da classe médica brasileira e a barreira da língua, as quais conseguimos vencer com amor, humanismo e profissionalismo, além de respeito e admiração pelo nosso trabalho, alcançando um nível de aceitação de mais de noventa por cento dos beneficiários do Programa de Médicos no Brasil.

Hoje, como vocês, estamos tristes e solidários com nossos colegas cubanos, que por decisão do governo de Cuba serão retirados do Programa Mais Médicos. Estamos acompanhado a grande campanha da mídia, dentro e fora de Cuba, especialmente no Brasil, onde responsabilizam erroneamente o presidente eleito, Jair Bolsonaro, por essa decisão.

O governo cubano decidiu unilateralmente abandonar o Programa Mais Médicos no Brasil, em desrespeito e ofensa para com os seus médicos e com a população brasileira deixando-a sem atendimento de maneira totalmente irresponsável, culpando o presidente eleito por não ceder ao acordo, quando o verdadeiro motivo foi que Bolsonaro declarou que iria repassar o valor total do salário ao médico prestador de serviço no Brasil e não ao governo cubano através da OPAS, como estava sendo feito até agora, onde

O governo Cubano repassa ao médico em torno de 30% do real valor pago pelo governo brasileiro. Bolsonaro também defende que os médicos possam trazer sua família e prestem a prova de revalidação.


(Foto: em que ri por último ri melhor)


Como era esperado, o governo cubano nunca aceitaria ficar fora desse negócio, eles nunca aceitariam que seus "escravos", aprendessem o doce sabor da liberdade.
Esse vil Governo prefere renunciar o acordo e continuar o seu falso discurso humanista, mas dessa forma mostra suas verdadeiras intenções para com os seus patriotas cubanos que é continuar com a exploração e escravidão velada.

Nós, que aprendemos a amar a nobreza, o espírito empreendedor e o amor pela liberdade do povo brasileiro, continuaremos nesse país que nos acolheu com respeito e amor e ao lado desse povo enfrentaremos juntos todas as jornadas que estão por vir, colocando-nos a disposição para trabalhar naquilo que estudamos, amamos e fazemos de melhor, que é cuidar da saúde da população com respeito e dedicação necessários.

Nós Médicos Cubanos Livres, residentes no Brasil, hoje na grande maioria desempregados ou em sub-empregos afim de viver com dignidade e liberdade, como homens livres que merecemos ser e que para isso pagamos o preço de viver longe de nossos familiares, sendo considerados desertores, por esse governo cubano desumano, que nos colocamos a disposição do Governo Federal para trabalharmos de imediato onde for necessário, e também a prestar a prova de revalidação de diplomas, conforme as leis brasileiras vigentes.

“Estamos juntos nesta caminhada”

Brasília, 19 de novembro de 2018


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