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Carta aberta de um médico cubano ao presidente do Brasil, Jair Bolsonaro.


 

Carta aberta de um médico cubano ao presidente do Brasil, Jair Bolsonaro. 
Caro Presidente eleito Jair Bolsonaro,

Confesso-lhe, desde já, uma coisa: não pensei começar esta carta assim, desta maneira. Tinha pensado em algo mais emocional, mais elaborado. Mas não tenho outra escolha, Sr. Presidente, sou uma cubana de pura cepa, tenho açúcar e tempero no sangue, pelo que devo contar-lhe a primeira coisa que me vem à mente: Que maravilha poder chamar a alguém presidente, e realmente sentir isso, sem fingir ou aparentar!

Talvez não entenda. Ou sim. Talvez esteja muito bem informado sobre o que nós, cubanos, vivemos durante todo este tempo, pouco mais de meio século, veja só quanto tempo! Um só homem a governar até há poucos anos. Outro, irmão dele, a governar por outro punhado de anos. E agora um fantoche mal nomeado e pior formado, a governar como se fosse um presidente.

Se ler esta carta que escrevo à meia-noite, esgotada, tensa, com uma enorme dor de cabeça e nervos à flor da pele, mas feliz por ser livre, gostaria que soubesse uma coisa: esta é a primeira vez que me dirijo a um presidente com orgulho e honra. E esse ganhou-o antes mesmo de assumir o comando deste belo e hospitaleiro país em que vivo há três anos, colaborando dentro das minhas possibilidades e aprendendo a amar, respeitar e curar as feridas físicas e espirituais do seu povo.
A minha carta é um pedido de ajuda, Presidente Bolsonaro. E na minha carta estão as vozes de cerca de vinte colegas meus, todos do município de Ponta Grossa, todos nós que nos conhecemos e decidimos não fazer o caminho de regresso. Por isso digo: não vamos voltar para Cuba. Não queremos voltar à escravidão real, apesar de termos passado alguns anos nesta escravidão virtual que é trabalhar para que outros enriqueçam com o nosso sacrifício.

Mas pedimos-lhe ajuda, dizia eu. Com humildade e gratidão. Com bondade. Com o sentimento tão bonito que é gerado por saber que o senhor, presidente democraticamente eleito, pensou nos nossos salários e nas nossas famílias cem vezes mais do que os nossos concidadãos que, supostamente, deveriam velar por nós.

Estamos desesperados, Sr. Presidente. Assume a seu cargo o Brasil em janeiro e isso ocorre num momento de alta tensão nacional. Terá de se ocupar primeiro do seu país e depois de nós. E não sabemos o que fazer agora, a não ser confiar na sua palavra de que nos protegerá com o asilo político para todos os que decidirem, como eu, não voltar.

O governo de Raúl  Castro/Díaz-Canel quer que regressemos antes de 5 de dezembro. Quase um mês antes de que possa fazer algo por nós. Se escolhermos agora fugir, não entrar nesses aviões, se dissermos aos nossos entes queridos por telefone para não esperarem por nós, pelo menos por agora, estaremos a assinar pelo menos oito anos da agonia da distância... E não sabemos o que fazer agora no Brasil.
A quem nos dirigirmos. Como pedir ajuda. Como continuar a trabalhar. Quem nos vai pagar. Quem vai responder por nós, que a partir desse momento seremos párias sem país ou apoio, quase desterrados.

Tenho uma menina de doze anos em Cuba. É melhor não lhe dizer como é terrível sabê-la longe de mim. Até à última gota de suor, até ao último centavo, as minhas últimas forças serão, a partir deste momento, dedicadas ao momento em que possa reunir-me com ela aqui. Na nossa nova terra da liberdade. Num Brasil que me ensinou a maravilha da liberdade, mesmo quando o seu governo anterior conspirou com o do meu país para nos roubar três quartos do que ganhamos a salvar vidas nestas terras sul-americanas.

Quando decidimos aceitar esta escravidão moderna, assinando contratos que nos tratavam como bolseiros, como semiprofissionais, maltratados e mal remunerados, foi por desespero: queríamos progredir. Como milhões de outros cubanos, professores, dentistas, atletas, engenheiros.

Queríamos dar aos nossos filhos um futuro melhor do que o que vivíamos num país sequestrado por uma família, imagine: uma única família, um único apelido que vem mandando naquela ilha há sessenta anos! Não somos hipócritas. Não somos oportunistas. Somos vítimas em busca de oxigénio fora da prisão em que nos calhou viver.

Não queremos apenas ficar: queremos que se sinta orgulhoso de nós. Da nossa coragem e do nosso esforço. Queremos continuar a tratar dos vossos pacientes, a curar os mais velhos, a dar à luz os filhos dessa terra linda onde a mandioca, a feijoada, o samba, o futebol e o amor a Deus se tornaram tão nossos, muito dos nosso corações, como o arroz com feijão, café, a salsa e a bola.
Para isso, para cumprir um mandato que lhe exigiu tratar-nos com decoro quando os mandantes do nosso país nos trataram como escravos, precisamos de uma última ajuda. O caminho legal para agora mesmo, e não para janeiro. Como estabilizar-nos agora mesmo, enquanto não chega a sua concessão de asilo.

Eu não posso dizer-lhe o meu nome, Sr. Presidente. Não por mim, que nada podem fazer contra mim, porque já sou livre. Já decidi ser livre. Pela minha família. Pela minha filha. Pelos meus pais, adoentados e exaustos pelas visitas e ameaças da polícia política cubana. Pelo que possam fazer-lhes a eles lá, onde não têm defesa nem embaixadas solidárias, diplomacia, nem imprensa livre.

É por isso que permaneço no anonimato e lhe envio um beijo sem protocolos ou artifícios, apenas com um sorriso, talvez com algumas lágrimas nos olhos, com a nobreza de quem pede esmola, mas sem espingardas: a nossa maneira de entender que no está por diante, também será o presidente por quem rezaremos para que faça o melhor que puder por esta bela nação e por nós: estes médicos que já tanto lhe devemos.

Jair Bolsonaro, mais médicos, Brasil, Cuba, Brasil Saude, Raúl  Castro, Díaz-Canel,


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Declaración del grupo de opinión “No somos desertores” sobre la decision del régimen Castro comunista de retirar los médicos cubanos del programa Mais Médicos.



Un grupo de médicos y técnicos cubanos que se hacen llamar en la redes NO somos desertores/ somos cubanos libres, constituido por  profesionales y técnicos cubanos que decidieron  abandonar los convenios laborales en el exterior, conocidos como “misiones internacionalistas” bajo el control del gobierno cubano, y radicarse en el exterior. Ellos y sus familiares han sido objeto de prácticas abusivas y violaciones a sus derechos por parte del régimen. Esta declaración aparece en la página web y la incluimos a continuación:


Hoy, 14 de noviembre de 2018, el Ministerio de Salud Pública de Cuba (MINSAP) anunció por decisión del gobierno de la isla la retirada de sus médicos del programa Mais Médicos de Brasil. Jair Bolsonaro, presidente electo de Brasil, en declaraciones recientes había manifestado su interés en cambiar las condiciones de la prestación de servicios médicos cubanos a ese país sudamericano. Las expectativas de Bolsonaro buscan incrementar el salario de los galenos de 25% que reciben actualmente a 100% y que La Habana respete el derecho de estos profesionales a tener a su familia a su lado; todo, siempre y cuando se presenten a un examen de reválida. Bolsonaro, al igual que varios juristas brasileños, alega que su interés es poner fin a relaciones de esclavitud impuestas por el gobierno cubano a su clase trabajadora.

El salario: las condiciones en el contrato original entre Cuba y la OPAS (Organización Panamericana de Salud) establecen un 25% del salario para los médicos en esta colaboración, 70% para el estado cubano, y 5% para la OPAS.
El gobierno cubano justifica su rimbombante tajada con la necesidad de solventar la salud gratuita que brinda al pueblo de Cuba. Sin embargo, de los 12 billones que ha recaudado recientemente gracias a los servicios de galenos como éstos en el extranjero solo 400 millones se han destinado para el sistema de salud en la isla, de los cuales el discurso oficial no precisa si se trata de inversiones en la salud pública o en el sector privado de salud vinculado al turismo extranjero que tanto se ha incrementado en las últimas dos décadas. Por otro lado, la depauperación de instalaciones clínicas y hospitalarias no otorga credibilidad a ese abusivo impuesto del 70% que el estado se adjudica a costa del sacrificio de su fuerza laboral de ultramar. Otro aspecto a tener en cuenta es que el resto de los doctores que participan en Mais Médicos, provenientes de diferentes países de la región devengan su sueldo íntegro y Bolsonaro, según declaró, pretende poner a los cubanos en igualdad de derechos y condiciones que sus pares latinoamericanos.

Familia: solo en contadas excepciones Cuba cumple con la parte del convenio laboral impulsado originalmente por Dilma Rousseff en 2013 cuando ostentaba la presidencia de Brasil. Y es que la separación familiar es la mejor moneda de cambio con la que las autoridades cubanas pretenden garantizar el regreso a la patria de sus trabajadores.

Reválida: solo acotar un dato muy ilustrativo. Los médicos brasileños que cursan sus estudios de medicina en otras naciones están obligados a revalidar sus títulos en Brasil si desean trabajar en su propio país.

La abrupta decisión del gobierno cubano no tiene en cuenta la opinión de sus profesionales que, junto al pueblo brasileño son los más perjudicados en esta historia. Lo menos que pudo haber hecho Cuba hubiera sido entablar un diálogo con los galenos y renegociar con ellos y con el presidente de Brasil, una vez que éste tomara posesión de su cargo el venidero año, los términos de un contrato del que dependen la atención de salud primaria de cientos de miles de brasileños de bajos recursos y más de 11 mil médicos cubanos (que representan la quinta parte del total de la colaboración cubana en el exterior) y sus familiares en Cuba.
No es secreto para nadie la situación económica del trabajador cubano mejora significativamente en este tipo de convenios donde ganan tres o cuatro veces más de lo que ganan en Cuba. Pero el diálogo no es algo con lo que el gobierno cubano esté familiarizado, especialmente el diálogo con su pueblo pues su actitud es prepotente, autoritaria e irracional. En su lugar, orientan a los médicos la recogida de sus pertenencias con vistas a si salida inmediata, les bombardean con propaganda, redoblan la vigilancia sobre ellos y les advierten que ya han visitado a sus familiares en Cuba para informarles que regresarían "con la satisfacción del deber cumplido"; visita que cualquier cubano entendería como una amenaza. Es curioso: si un colaborador cubano decide retornar antes del tiempo establecido es expulsado deshonrosamente de su trabajo pero si la decisión viene de arriba está bien. Resulta ilustrativa la falta  de responsabilidad de un gobierno que toma decisiones que afectan seriamente a millones de personas nacionales y extranjeros basado en declaraciones que benefician a su fuerza laboral por un presidente que aún no comienza su mandato y que no tiene todo el poder pues depende del consenso de órganos e instituciones con autoridad política y jurídica en un sistema democrático. De esto tampoco entiende el gobierno cubano, acostumbrado a decisiones unilaterales en un sistema totalitario.

El gobierno cubano, aunque intente re direccionar la culpa al presidente del Brasil, es el único responsable del fin de la colaboración cubana en Brasil en el programa Mais Médicos. Ha renunciado a la solidaridad desinteresada para defender el valor del capital. Ese gobierno, que ha enviado a sus profesionales a zonas de desastre y de guerra extremadamente peligrosas y nunca se molestó en evacuarlos aun cuando sus vidas corrían peligro, ha sido incapaz de garantizar condiciones y salarios dignos para sus profesionales y se da el lujo de desaprovechar y alarmarse incluso ante la oportunidad, a iniciativa de un gobierno extranjero, de redimir y beneficiar a sus trabajadores. Le ha dado la espalda no solo al pueblo brasileño sino a los principios altruistas y humanistas que tanto dice defender.

Nosomosdesertoresse solidariza con el pueblo de Brasil y con los galenos cubanos en esta hora difícil y de incertidumbre, esperando que cada parte encuentre la mejor solución en dependencia de sus respectivos intereses, sin intervenciones, ni manipulaciones de ninguna índole. En el caso específico de nuestros colegas  cubanos en Brasil, cualquier decisión que emane de la voluntad, en el ejercicio de sus libertades y derechos, siempre tendrá nuestro apoyo.


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El régimen Castro comunista pone fin al programa de Mais Médicos con Brasil.



Ante la posibilidad de perder el control de los más de 10 mil médicos cubanos devenidos en esclavos de bata blanca, expoliados por el régimen y ayudados por los testaferros de la Organización Panamericana de la Salud. Ante la abundante información de las condiciones arbitrarias de estos contratos, la diseminación de una información que ha ocupado buen aparte de los medios después de la elección de J Bolsonaro como nuevo Presidente del Brasil que ha socavado la narrativa de la dictadura; la parte cubana no le queda otra alternativa que irse lo antes posible con sus médicos del Brasil no ocurra que también se quede sin buena parte de esos médicos. Es probable que estén pensando en enviarlos a Venezuela. A continuación la declaración de los esclavistas y negreros del Ministerio de Salud de Cuba:


 

Declaración del Ministerio de Salud Pública.
El Ministerio de Salud Pública de la República de Cuba, comprometido con los principios solidarios y humanistas que durante 55 años han guiado la cooperación médica cubana, participa desde sus inicios en agosto de 2013 en el Programa Más Médicos para Brasil. La iniciativa de Dilma Rousseff, en ese momento presidenta de la República Federativa de Brasil, tenía el noble propósito de asegurar la atención médica a la mayor cantidad de la población brasileña, en correspondencia con el principio de cobertura sanitaria universal que promueve la Organización Mundial de la Salud.

Este programa previó la presencia de médicos brasileños y extranjeros para trabajar en zonas pobres y apartadas de ese país.

La participación cubana en el mismo se realiza a través de la Organización Panamericana de la Salud y se ha distinguido por ocupar plazas no cubiertas por médicos brasileños ni de otras nacionalidades.

En estos cinco años de trabajo, cerca de 20 mil colaboradores cubanos atendieron a 113 millones 359 mil pacientes, en más de 3 mil 600 municipios, llegando a cubrirse por ellos un universo de hasta 60 millones de brasileños en el momento en que constituían el 80 por ciento de todos los médicos participantes en el programa. Más de 700 municipios tuvieron un médico por primera vez en la historia.

La labor de los médicos cubanos en lugares de pobreza extrema, en favelas de Río de Janeiro, Sao Paulo, Salvador de Bahía, en los 34 Distritos Especiales Indígenas, sobre todo en la Amazonía, fue ampliamente reconocida por los gobiernos federal, estaduales y municipales de ese país y por su población, que le otorgó un 95 por ciento de aceptación, según estudio encargado por el Ministerio de Salud de Brasil a la Universidad Federal de Minas Gerais.

El 27 de septiembre de 2016 el Ministerio de Salud Pública, en declaración oficial, informó próximo a la fecha de vencimiento del convenio y en medio de los acontecimientos en torno al golpe de estado legislativo judicial contra la presidenta Dilma Rousseff que Cuba “continuará participando en el acuerdo con la Organización Panamericana de la Salud para la aplicación del Programa Más Médicos, mientras se mantengan las garantías ofrecidas por las autoridades locales”, lo cual se ha respetado hasta este momento.

El presidente electo de Brasil, Jair Bolsonaro, con referencias directas, despectivas y amenazantes a la presencia de nuestros médicos, ha declarado y reiterado que modificará términos y condiciones del Programa Más Médicos, con irrespeto a la Organización Panamericana de la Salud y a lo convenido por esta con Cuba, al cuestionar la preparación de nuestros médicos y condicionar su permanencia en el programa a la reválida del título y como única vía la contratación individual.

Las modificaciones anunciadas imponen condiciones inaceptables e incumplen las garantías acordadas desde el inicio del Programa, que fueron ratificadas en el año 2016 con la renegociación del Término de Cooperación entre la Organización Panamericana de la Salud y el Ministerio de Salud de Brasil y el Convenio de Cooperación entre la Organización Panamericana de la Salud y el Ministerio de Salud Pública de Cuba. Estas inadmisibles condiciones hacen imposible mantener la presencia de profesionales cubanos en el Programa.

Por tanto, ante esta lamentable realidad, el Ministerio de Salud Pública de Cuba ha tomado la decisión de no continuar participando en el Programa Más Médicos y así lo ha comunicado a la Directora de la Organización Panamericana de la Salud y a los líderes políticos brasileños que fundaron y defendieron esta iniciativa.

No es aceptable que se cuestione la dignidad, la profesionalidad y el altruismo de los colaboradores cubanos que, con el apoyo de sus familias, prestan actualmente servicios en 67 países. En 55 años se han cumplido 600 mil misiones internacionalistas en 164 naciones, en las que han participado más de 400 mil trabajadores de la salud, que en no pocos casos han cumplido esta honrosa tarea en más de una ocasión. Se destacan las hazañas de la lucha contra el Ébola en África, la ceguera en América Latina y el Caribe, el cólera en Haití y la participación de 26 brigadas del Contingente Internacional de Médicos Especializados en Desastres y Grandes Epidemias “Henry Reeve” en Pakistán, Indonesia, México, Ecuador, Perú, Chile y Venezuela, entre otros países.
En la abrumadora mayoría de las misiones cumplidas los gastos han sido asumidos por el gobierno cubano. Igualmente, en Cuba se han formado de manera gratuita 35 mil 613 profesionales de la salud de 138 países, como expresión de nuestra vocación solidaria e internacionalista.

A los colaboradores se les ha mantenido en todo momento el puesto de trabajo y el 100 por ciento de su salario en Cuba, con todas las garantías laborales y sociales, como al resto de los trabajadores del Sistema Nacional de Salud.
La experiencia del Programa Más Médicos para Brasil y la participación cubana en el mismo demuestra que sí se puede estructurar un programa de cooperación Sur-Sur bajo el auspicio de la Organización Panamericana de la Salud, para impulsar sus metas en nuestra región. El Programa de las Naciones Unidas para el Desarrollo y la Organización Mundial de la Salud lo califican como el principal ejemplo de buenas prácticas en cooperación triangular y la implementación de la Agenda 2030 con sus Objetivos de Desarrollo Sostenible.

Los pueblos de Nuestra América y del resto del mundo conocen que siempre podrán contar con la vocación humanista y solidaria de nuestros profesionales.

El pueblo brasileño, que hizo del Programa Más Médicos una conquista social, que confió desde el primer momento en los médicos cubanos, aprecia sus virtudes y agradece el respeto, sensibilidad y profesionalidad con que le atendieron, podrá comprender sobre quién cae la responsabilidad de que nuestros médicos no puedan continuar prestando su aporte solidario en ese país.

La Habana, 14 de noviembre de 2018


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Respuestas a las declaraciones del Embajador cubano en Ecuador de representantes de la comunidad cubana en ese país.


Unas declaraciones de un destacado medico ecuatoriano que aparecieron publicadas trajo aparejada la respuesta del embajador  del régimen Castro comunista en El Ecuador. Ahora un grupo de cubanos radicados en ese país, también profesionales dela salud, responden a las declaraciones del representante de la dictadura, que califican de indignantes, manipuladas que buscan defender lo indefendibles. Esta declaración circula en la red.

Quito, 25 de septiembre del 2018

Respuesta de los Cubanos Libres al Sr Rafael Dausá Céspedes Embajador de Cuba en Ecuador.

Indignante como siempre las manipulaciones de los defensores de lo indefendible. Sr. Embajador, los médicos que conformamos a la comunidad de emigrantes cubanos en Ecuador y los cubanos libres con los que compartimos suerte en la Mitad del Mundo, no estamos de acuerdo con la permanencia en Ecuador de formas de esclavitud moderna a la cual someten a nuestro colegas galenos, traídos como fuerza de trabajo barata.
 Usted sabe que de los salarios que entrega el gobierno ecuatoriano a los cooperantes la embajada de Cuba arrebata más del 70% del salario para mantener los carros y viviendas lujosas de los funcionarios consulares y pagar la fidelidad de los miembros de la ACURE, organización política procomunista en Ecuador. Usted sabe Sr. Embajador que si esos cubano, hermanos médicos, desean quedarse a vivir en Ecuador son castigados con 8 años sin poder entrar a nuestra Patria.

 No son ni voluntarios ni libres de elegir, no engañe a nuestros hermanos ecuatorianos con ese discurso barato. Sea hombre y denuncie la realidad que vivimos, no tema perder sus prebendas, vale más un día de dignidad que un siglo de sumisión. Viva Cuba Libre y Democrática. Patria, Vida y Fe en la Victoria.

Presidente del Movimiento por Cuba.

Coordinador de la Alianza Nacional Cubano Ecuatoriana

Fuente: Facebook


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Destacado médico y docente cuestiona la llegada de médicos cubanos a Ecuador para ser explotados en tanto hay un exceso de médicos en ese país.


Una nota editorial de opinión que aparece en el diario  ecuatoriano: El Telégrafo recoge la opinión del decano de la Facultad de Medicina de la Universidad Internacional de Ecuador, el cirujano Bernardo Sandoval Córdova. Esto trajo aparejado una virulenta e inquietante réplica del embajador cubano en Quito, Rafael Dausa y una cohorte de cotorras amaestradas en las redes sociales. Aquí incluimos la opinión de doctor Sandoval Córdova.

Exceso de médicos en Ecuador

Bernardo Sandoval Córdova.*

Hemos vivido engañados con la noción de que en Ecuador hay un déficit en el número de médicos. Esta falacia justificó el traer médicos de Cuba para trabajar en nuestro país en distintos niveles de atención. Inconcebible que un gobierno revolucionario, como el precedente, supuestamente defensor de los derechos laborales, haya explotado a los médicos cubanos a quienes se entrega una exigua fracción de su salario cuando la mayoría de este va al gobierno de Cuba que usa a sus médicos como fuente de divisas. Lo cierto es que y al margen del comentario anterior, en Ecuador hay un exceso de médicos.

Dr.Bernardo Sandoval
 A pesar de limitados registros estadísticos, podemos tener una información aproximada. Según datos del INEC de 2014, había en Ecuador 32.617 médicos, lo que representa 20,35 médicos/10.000 habitantes o un médico por cada 491 habitantes. Estos resultados nos ponen al mismo nivel de países muy desarrollados como el Reino Unido, Japón, Corea del Sur y Singapur; pero, si tomamos en cuenta que el ritmo de aumento en el número de médicos en Ecuador es vertiginoso, en muy pocos años, estaremos tan sobresaturados de médicos como Bielorrusia, Cuba, Georgia, Kazajistán y otros países que vivieron el socialismo.

Lo penoso es que los profesionales que se gradúan en nuestro país no están, en un alto porcentaje, adecuadamente formados para practicar la medicina con niveles mínimos de seguridad para los pacientes. Así lo revelan los resultados del examen de habilitación profesional del ex CEAACES, ahora CACES, que demuestran que más de mil médicos por año lo reprueban. Durante la década anterior los organismos de regulación de la Educación Superior se dedicaron a perseguir a las universidades, a coartar su autonomía y a desarrollar un modelo de acreditación basado en exigencias descabelladas y no trataron temas trascendentales como determinar cuál es el número adecuado de profesionales que, en las distintas áreas, deben graduar las universidades ecuatorianas. Esperamos que este tema sea considerado y tratado con seriedad por las nuevas autoridades.

* Especialista de Cirugía General, Cirugía Torácica y Cardiovascular y Cirugía Oncológica. Ha estudiado en tres de las más importantes universidades de los Estados Unidos. El decano de la Facultad de Medicina de la Universidad Internacional de Ecuador.

A continuación la réplica del embajador Castro comunista en Ecuador donde califica a la opinión del doctor Sandoval Córdova de “falsa y mal intencionada”.

Rafael Dausa
El 23 de septiembre, El Telégrafo publicó en “Ideas y Debates”, un artículo del Sr. Bernardo Sandoval, titulado “Exceso de Médicos en Ecuador”. A partir de las falsedades sobre la colaboración en salud que ofrece Cuba al Ecuador, nos vemos en la obligación de realizar algunas aclaraciones imprescindibles:

1.- Es falsa y mal intencionada la afirmación de que “…se explota a los médicos cubanos, a los que se les entrega una exigua fracción de su salario cuando la mayoría de este va al gobierno de Cuba…”. Los médicos cubanos que laboran en Ecuador como parte de los convenios bilaterales, lo hacen voluntariamente. Se trata de especialistas de alta calificación y larga trayectoria laboral, que reciben, no sólo una remuneración en Ecuador, sino también su salario íntegramente en Cuba, durante el tiempo de trabajo en Ecuador. Tienen cubiertas su seguridad social en Cuba y sus vacaciones anuales. El gobierno cubano cubre el pago del alquiler de su vivienda  en Ecuador, los servicios de gas, electricidad, agua, televisión por cable, e internet. Se les paga también el boleto aéreo cuando viajan a Ecuador, cuando, anualmente, viajan de vacaciones a Cuba, y una vez concluyen su trabajo en el país. El gobierno cubano, asume, además, otros gastos de transportación interna en Ecuador y todos los gastos de su atención médica en el país.

2.- Los médicos cubanos no desplazan al personal ecuatoriano. Todas las plazas y especialidades que cubren los galenos cubanos son aquellas en las que no existen suficientes profesionales ecuatorianos para satisfacer las necesidades del país. Por otra parte, nuestros médicos  laboran, en muchas ocasiones, en lugares de difícil acceso y complejas condiciones de vida, donde existe necesidad de atención médica a poblaciones vulnerables.

Los profesionales cubanos que laboran de manera consagrada en Ecuador, lo hacen en virtud de un compromiso con la salud de su pueblo. Cuba, tal y como ha hecho y hace con otros pueblos, comparte con Ecuador, no lo que le sobra, sino con profundo amor, todo lo que tiene.


La polémica está abierta, usted también puede opinar participe en los comentarios o envíe su opinión a: cubanmedicine@yahoo.com


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La trata de batas blancas.

Por: Pedro Campos.*

Una ONG advierte a la relatora de la ONU de que no visita "una sociedad abierta"

La relatora de la ONU sobre la trata de personas visitará Cuba la próxima semana.

La trata de negros o mercado de esclavos traídos de África desarrollado por los colonialistas europeos quedó establecido como un claro crimen contra la humanidad ante todos los seres civilizados contemporáneos sin la más mínima duda. Se trataba de "vender" a seres humanos como mercancía para servir de meros instrumentos de producción, especialmente en las plantaciones azucareras, cafetaleras y algodoneras del Nuevo Mundo.

En los siglos XX y XXI la trata de personas adquirió otras connotaciones que hicieron a la ONU abordar el tema como un crimen internacional porque se ha seguido usando, aunque con formas distintas a aquella esclavitud, pero esencialmente con la misma connotación de someter a las personas a la explotación de la prostitución u otras formas de explotación sexual, los trabajos forzados, la esclavitud o las prácticas análogas a la esclavitud, la servidumbre o la extracción de órganos. Las víctimas han sido fundamentalmente mujeres y niños.

El Gobierno cubano capta, transporta, traslada a médicos y paramédicos cubanos recurriendo al abuso de poder que tiene sobre sus ciudadanos y especialmente a la situación de vulnerabilidad económica de esos trabajadores

Por estos días visita Cuba María Grazia Giammarinaro, relatora especial de la ONU sobre la trata de personas. A fin de que la distinguida visitante conozca un aspecto que debería investigar en Cuba, expongo el caso de la "trata de batas blancas", que de una u otra forma muchos venimos denunciando en Cuba hace años.

Al respecto, es preciso acudir a la definición de trata de personas para la ONU.
El Protocolo de la ONU contra la trata de personas se refiere a la misma como "la acción de captar, transportar, trasladar, acoger o recibir personas, recurriendo a la amenaza o al uso de la fuerza u otras formas de coacción, al rapto, al fraude, al engaño, al abuso de poder o de una situación de vulnerabilidad o a la concesión o recepción de pagos o beneficios para obtener el consentimiento de una persona que tenga autoridad sobre otra, con fines de explotación".

Tras leer esta definición, ¿alguien tiene alguna duda de que las operaciones del Gobierno cubano para enviar médicos y paramédicos cubanos a distintos países del mundo a "cumplir misiones internacionalistas" constituyen verdaderos tráficos de personas, con fines de explotación?

El Gobierno cubano capta, transporta, traslada a médicos y paramédicos cubanos recurriendo al abuso de poder que tiene sobre sus ciudadanos y especialmente a la situación de vulnerabilidad económica de esos trabajadores a los que se brindan determinados beneficios ínfimos, dado el bajo nivel de los salarios establecidos por el propio Gobierno para sus asalariados, por medio de los cuales obtiene el consentimiento de los mismos para ser explotarlos, en tanto que se apropia entre el 70% y el 90% de los salarios que pagan los gobiernos de otros países o las propias instituciones de salud de la Organización Mundial de la Salud (OMS).

La medicina es una de las labores que el Estado prohíbe para el ejercicio por cuenta propio, lo cual es otro factor de presión para obligar a los profesionales a "aceptar" misiones internacionalistas. Si el trabajo por cuenta propia les fuera permitido sus ingresos aumentarían y no tendrían que verse obligados a "cumplir misión".

A esos profesionales se les impide viajar con sus familias, para mantener a sus hijos y cónyuges en calidad de rehenes que los obligue a regresar al país, por lo cual también son víctimas de coacción extraeconómica

Además, a esos profesionales se les impide viajar con sus familias, para mantener a sus hijos y cónyuges en calidad de rehenes que los obligue a regresar al país, por lo cual también son víctimas de coacción extraeconómica. El engaño también ha sido usado para lograr el reclutamiento de galenos cubanos para estos fines, pues se les ha ofrecido prebendas que nunca fueron satisfechas, como la venta de autos.

Para que se tenga una idea de la magnitud de este programa del Gobierno cubano, de acuerdo con su Ministro de Salud Pública, Roberto Morales, Cuba tendría unos 50.000 profesionales del ramo trabajando en más de 66 países y, según el periódico oficial del Partido Comunista, Granma, el Gobierno recibiría cerca de 8.000 millones de dólares por este trabajo esclavo. Es la mayor entrada de divisas al país, solo comparable a las que vienen vía remesas y gastos de cubanoamericanos en sus envíos de alimentos, medicinas, ropas, electrodomésticos y viajes.
Estos elementos son suficientes para acusar al Gobierno cubano de operar un enorme sistema internacional de trata de batas blancas en varios continentes que incluyen violaciones flagrantes y masivas de los derechos humanos de esos ciudadanos en tanto son forzados por la realidad de la economía a servir de esclavos al Estado cubano, no recibir salarios justos por su trabajo y ser sometidos a coacción por la situación de rehenes en que quedan sus familiares.

La muestra más reciente de que se trata de un gran negocio del Gobierno es su reciente decisión de impedir a los médicos salir del país libremente como al resto de los ciudadanos

La muestra más reciente de que se trata de un gran negocio del Gobierno es su reciente decisión de impedir a los médicos salir del país libremente como al resto de los ciudadanos, salvo que lo hagan por medio de esas "misiones internacionalistas"

Si la relatora desea tener una información completa sobre este asunto, además de oír lo que tiene que decir el Gobierno cubano sobre esto, debería reunirse con algunos de los cientos de médicos que han decidido abandonar su misión y residen en EE UU u otros países.

Las organizaciones cubanas de derechos humanos, los grupos opositores y disidentes seguramente estarán atentos a que este tema sea debidamente investigado por la honorable relatora especial de la ONU para la trata de personas, con motivo de su viaje a Cuba.

Fuente: 14yMedio


*Pedro Campos Santos. 1949. Holguín. Lic. en Historia. Ex-Diplomático cubano y colaborador del sitio web Diario de Cuba defensor del socialismo democrático en Cuba; con misiones en México y ante la CDH en Ginebra. Analista de política internacional. Investigador Jefe de Proyecto en el CESEU (Centro de Estudios sobre Estados Unidos) de la Universidad de La Habana.

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Cuba: médicos esclavos y país sin médicos.

Médicos esclavos y país sin médicos

Dos de los rubros más importantes para la sobrevivencia económica del castrismo son las remesas familiares y la exportación de personal médico. Los médicos cubanos en el exterior trabajan y viven en régimen de semiesclavitud: solo pueden disponer de una mínima parte de sus sueldos, tienen restringida la libertad de movimientos y están obligados a involucrarse en campañas políticas con las poblaciones locales, con las que ni siquiera se les permite interactuar de manera privada. Son rehenes del Gobierno, enrolados en estos programas con el único fin de obtener unas mínimas ganancias que les permitan subsistir tras su regreso a Cuba.

La exportación de médicos le sirve también al régimen para ganar reconocimiento internacional. Tal reconocimiento, opaca la violación de los derechos laborales y humanos de los trabajadores de la salud. Hasta el momento, muchos de ellos habían encontrado una salida a esta situación en la emigración hacia EEUU desde terceros países, lo cual les permitía rehacer sus vidas y conseguir las retribuciones a las que todo profesional aspira.

Al clausurar el programa de parole para los médicos cubanos, Obama cancela para todos ellos esta posibilidad. La declaración presidencial aduce que favorecer la emigración de médicos hacia EEUU afectaría a la población en Cuba (By providing preferential treatment to Cuban medical personnel, the medical parole program […] risks harming the Cuban people). Un razonamiento así desconoce el modo de operar del régimen de Raúl Castro, pues no porque los médicos cubanos encuentren cerrada la vía de la emigración hacia EEUU volverán a atender pacientes en la Isla.

El pronóstico económico deja a las autoridades cubanas tan pocas opciones que tendrán que recurrir de manera cada vez más creciente a la exportación de personal de la salud. Tras la eliminación de la política de "pies secos/ pies mojados", a medida que disminuya el monto total de las remesas familiares, las cifras de la exportación de médicos podrían hacerse aún mayores.

En la actualidad, debido a los programas gubernamentales de exportación de especialistas, es ostensible cuánto ha disminuido el número de médicos por habitante en Cuba. En los centros hospitalarios muchas especialidades quedan mal cubiertas, y esta situación no hará más que empeorar, no importa lo que haya dictaminado Barack Obama. A pesar de sus buenos propósitos, Obama no va a conseguir mejorar la situación de los pacientes cubanos, pero sí empeorará la de muchos médicos.

Por todo ello, tienen razón los congresistas cubanoamericanos Marco Rubio y Carlos Curbelo cuando le piden a Donald Trump que restablezca el programa que favorecía a los profesionales de la salud cubanos.

Fuente: Diario de Cuba                                                               

Video de médicos cubanos varados en Colombia.

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Obama negocia con la dictadura la continuación de la esclavitud de los médicos cubanos.

Cuba recibe a los balseros y EEUU no recibe a los médicos cubanos que aplicaban al Programa de Parole (CMPP)

La congresista republicana por la Florida, Ileana Ross Lehtinen, rechazó la decisión del Presidente Obama, de cancelar el Programa de Parole para los Médicos Cubanos, en un comunicado difundido por su oficina de prensa.
No hay ninguna razón para esta temeraria concesión a un régimen que envía a sus médicos a naciones extranjeras en una especie moderna de servidumbre”,afirmó Ross Lehtinen.

La cancelación del Programa, agregó la congresista es lo que ha querido la dictadura cubana y la Casa Blanca ha cedido así a lo que quiere Castro, en lugar de defender los valores democráticos estadounidenses y pedir el retorno de criminales como Joanne Chesimard, que viven en Cuba.

En otro mal acuerdo la Administración Obama ha negociado la política de pies secos, pies mojados, por la eliminación de un importante programa que ofrecía una salida a los médicos cubanos que buscan escapar de una fuerza laboral que sólo favorece al régimen de opresión”, concluyó la nota.


¿Qué podemos hacer los médicos cubanos dentro y fuera de Cuba?, espere la respuesta a esta y otras preguntas.

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El Ministerio de Salud Pública de Cuba (MINSAP) ordena el regreso a Cuba de un grupo numeroso de médicos cubanos en Brasil.

Una medida que devuelve a cuba a un grupo significativo de médicos que trabaja en el Programa brasileño Mais Medicos que se puede interpretar de muchas formas. Los mecanismos sacan a relucir de nuevo el protagonismo de la Organización Panamericana de la Salud como insinceros colaboradores de los servicios comerciales del régimen de La Habana, haciendo el difícil papel de capataces alternos de los miles de médicos cubanos en Brasil que son empleado y traficados a espaldas de las normas establecidas por la Organización Internacional del Trabajo. La comunicación por si esta ordenada para mantenerse en secreto y que la parte brasileña no conozca.

Con frecuencia vemos informaciones que aparecen en la red y se hacen reiterativas sin tener la información o fuente original de la noticia. Se especula sobre un asunto y se pasa por alto la información en sí. Es por eso que cuando de un documento original se trata, y que afecta o interesa a la comunidad  médica cubana dentro o fuera de la isla, la incluimos y ustedes asumen la información, la interpretan y analizan. Si alguien quiere opinar, use los comentarios; si quiere escribir un breve artículo sobre al asunto envíelo y lo incluimos en el Blog.
Nota Oficial del Ministerio de Salud Pública de Cuba

Los médicos del primer grupo (400) que llegaron en agosto del 2013 y del segundo (2000) correspondientes a octubre de ese mismo año, continuarán trabajando ininterrumpidamente hasta el 31 de octubre del 2016.

Salidas previstas de la siguiente manera:

 Del 1 al 2 de noviembre retornarán a la patria en dos vuelos, uno diario, con fin de misión, los 347 médicos que quedan del grupo de los 400 (algunos ya han retornado a la patria y otros por otras causas ya no están en la misión) – Del 4 al 9 de noviembre saldrán en un vuelo diario de la misma manera los 1325 médicos que restan del grupo de los 2000 (algunos ya han retornado a la patria y otros por otras causas, ya no están en la misión)


Nota aclaratoria: Los fines de misión siempre serán entre los días 1 y 10 del mes correspondiente y los vacacionistas siempre después del 15 del mes en que corresponda.

Todos estos cambios obedecen a razones políticas porque todos conocemos por experiencia en Venezuela, que no es muy positivo que en medio de un evento internacional, como lo es las olimpiadas, se generen manifestaciones por parte de la población en reclamación a atención médica. La otra situación que se nos une es el tema de las elecciones.

Como los colaboradores regresan exactamente con 36 meses de misión, una vez en Cuba no es posible depositarles en su cuenta del Banco Popular de Ahorro, la divisa correspondiente a los 2976 reales de estipendio porque eso sería un décimo tercer salario y no se contempla para una bolsa de estudio. Sólo eso hubiese sido permisible si hubiesen salido a los 35 meses de la misión. Al grupo de los 400 se les continúa pagando a pesar de pasarse de los 36 meses porque se encuentran trabajando en la misión.

·         Es de estricto cumplimiento el control sanitario internacional y declarar casos febriles.

·         Reiteramos que el Tablet entregado, es propiedad del Ministerio de Salud en Brasil y no del colaborador, este junto al RNE (Carné de identificación de extranjero) así como la tarjeta del Banco de Brasil, se entrega en el polo de salida. (Todos los vuelos de fin de misión serán por Brasilia)

·         El hecho de que sea un fin de misión, no altera las normas de peso en Cubana de Aviación. Hemos sido bastante flexibles (40 y 5).

·         Del 5 al 10 de agosto, el grupo de los 400 debe presentarse a la Receita Federal para solicitar un documento de prórroga de VISA temporal y lo mismo es válido para el grupo de los 2000, que debe presentarse del 5 al 10 de octubre. (Al respecto serán orientados por sus coordinadores de OPAS en su debido momento).

·         Queda terminantemente prohibido irse con deudas de Brasil. Para esto las prefecturas depositarán las ayudas de costo.

Todo médico que termine la misión y retorne a la patria, debe esperar un término de 5 años para volver a salir a cumplir misión, lo cual se aclara en la bolsa de colaboración y dicha medida responde a las afectaciones que han existido en el Sistema de Salud Cubano.

Pa' Cuba sin pacotilla
Queda terminantemente prohibido comentarios en presencia del personal brasileiro. Aclaramos que Brasil estuvo en la mejor disposición de prorrogar contrato con los mismos médicos pero debido a estrategias de trabajo, el Ministerio de Salud de Cuba no aprobó que la renovación del contrato fuese con los mismos médicos.
Se adjunta un audio donde se escucha claramente a nuestra viceministra Marcia Cobas, aclarando sobre esta decisión, la cual es irrefutable e irreversible.

En relación a los diplomas del curso de especialización en Salud de la familia, muchos están pendientes de recibirlo pero en caso de que se aproxime el fin de misión, la indicación es que escriban a la Universidad para que les hagan llegar el mismo a la dirección de sus correos de informed en Cuba.

Rogamos de favor que cualquier duda contacten de inmediato a sus coordinadores de OPAS, que son los que pueden darles la información de una forma segura y oficial. Por favor, no hagan uso de las redes sociales para estos fines.

Felicidades por el deber cumplido y retornen a la patria con la gran satisfacción de haber podido ayudar al pueblo brasileiro y mantener en alto el nombre de la patria. 17 Jul. 2016

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Regresan los médicos cubanos que enfrentaron la epidemia del Ébola en África, explotación y manipulaciones.

Médicos cubanos que se enfrentaron al Ébola no cumplen sus expectativas

Por Dr. Eduardo Herrera.*

Luego del regreso de los médicos que asistieron a combatir la epidemia de Ébola en Liberia, Sierra Leona y Guinea Ecuatorial, a estos colaboradores no se les han cumplido sus expectativas.

Quienes fueron despedidos con bombos y platillos no fueron recibidos de igual manera, al menos, no ha sido reflejado así por la prensa. Luego de la cuarentena, se han reunido con sus familias y han tenido algún reconocimiento de las localidades en que viven ¿pero?

En conversación con dos de mis colegas recién llegados, quienes por temor a represalias no dan sus nombres, me cuentan de su trabajo arduo en la misión y el temor que tuvieron de poder enfermar allí y perder su vida durante su estancia.

El primero de ellos quien estuvo en Guinea Conakry, nos cuenta, que antes de salir para la “misión” no se habló del salario que les pagarían pero si tenía la idea de que fuera bastante alto. A pesar de su disposición de dar su ayuda solidaria, puso en riesgo su vida. El participar allí según él, le garantizaría mejorar su nivel de vida y el de su familia.

Regresan los medicos cubanos que enfrentaron la
epidemia de Ebola en Africa.
Estando allá, notó lo que ganaban los trabajadores de servicio del hotel en que se hospedaba, 100 dólares diarios. Aunque lo más impactante para él fueron los médicos colaboradores de otros países, quienes solo en seis semanas ganaron 90 mil dólares americanos. Comparado con lo que recibieron aquí, un poco más de 23 mil CUC (unos 20 mil dólares americanos) en 8 meses, una diferencia muy grande.
El otro colaborador, que estuvo en Sierra Leona, refiere que ha estado en otras misiones. En países como Venezuela y Bolivia pero nunca había participado en una contienda tan peligrosa, aunque al principio de comprometerse, no pensó en el peligro que correría su vida.

Este expresó, “cómo es que los médicos son utilizados en Cuba por su condición humanista para hacer campañas a favor del gobierno y este reciba ganancias políticas y económicas a la vez”.

Estando afuera pudo ver en diferentes medios de prensa, como influyó la labor humanitaria de los médicos cubanos que marcharon a combatir el Ébola y en las opiniones a favor del Gobierno cubano.

Reconoce cuanto son explotados y manipulados los médicos en nuestro país.

Luego de pasar la cuarentena, los han citado para estimularlos y darle una estancia de una semana en un hotel de Varadero, zona turística donde ningún trabajador cubano con su salario íntegro de un año puede visitar.

Mientras tanto ambos esperan poder tener una casa y un auto, algo normal para cualquiera de sus colegas en el mundo, sin que tengan que arriesgar su vida por ello.


*El Dr. Eduardo E. Herrera Duran. Es Médico especialista en Cirugía, reside en Cuba y trabaja en el Hospital General Docente “Calixto García” en La Habana, Cuba. Colabora de manera regular con el  Centro de Información Hablemos Press.

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Acuerdos tomados por el Ministerio de Salud Pública de Cuba tendientes a controlar a los médicos cubanos sobre todo los que cumplen misiones internacionalistas.

Reubicación de profesionales, evitar la contratación individual de médicos cubanos en el exterior, retirar el pasaporte a los que llegan a Cuba, inhabilitación del título y prohibición de trabajar como médicos, separación definitiva, medidas represivas de reubicación…., etc.

Recopilación y nota: Dr. E. A. González.

En la primera semana de marzo del presente año tuvo lugar una reunión en el Misterio de Salud Publica en Cuba donde se tomaron un conjunto de acuerdos que afectan a los trabajadores de la salud en particular a los médicos cubanos y de estos a los que están prestando servicios en el exterior. Todo parece indicar que se trató de un Consejo de Dirección ampliado en el cual tomaron parte: Ministro, Consejo de Dirección, Consejo Técnico Asesor y los Viceministros. Además participaron la dirección de la Unidad Central de Colaboración Medica (UCCM), Comercializadora de Servicios Médicos y de Salud Cubanos (CSMC), Ministerio de Relaciones Exteriores y  Directores de Salud Provinciales…., probablemente la reunión se efectuó en la sede del Ministerio de Salud Pública y por los acuerdos tomados , su alcance e importancia seguro participaron los representantes al más alto nivel del Misterio del Interior,  el Partido Comunista de Cuba y los Servicios Médicos de la FAR. El texto que presentamos sobre los acuerdos es el más completo que tengamos, e incluye los acuerdos 1, 2, 3, 9,10 y 18 que no aparecen en el artículo publicado en la red.

A continuación los acuerdos tomados en la reunión, extraordinaria, del Ministerio de Salud de la República de Cuba, marzo 2015.*

1-Reubicar en los servicios asistenciales a los profesionales que resultaron en exceso en la segunda etapa de las transformaciones como resultado de la revisión de las plantillas en las estructuras de dirección de la provincia, municipios, instituciones y universidades. Resp. Viceministros que atienden las áreas de Asistencia Médica y Economía.

2. Garantizar que los especialistas de Pediatría, Medicina Interna y Ginecobstetricia de los Policlínicos realicen las guardias médicas en instituciones hospitalarias, incluyendo los peritados con horarios diurnos. Resp. Viceministro que atiende el área Asistencia Médica y Social Atención diferenciada de los servicios más afectados: • Compactar y reorganizar servicios. •
3. Fiscalizar de forma sistemática el funcionamiento de los servicios afectados.

4. Cumplir con el relevo de Angola y detener el incremento, hasta tanto no se adopten medidas concretas por la parte angolana que desestimulen la contratación individual en clínicas privadas e institucionales. Resp. Viceministra que atiende el área de las Relaciones Internacionales y la Colaboración. Participan: Directora de la UCCM, área de Asistencia Médica y Directores Provinciales de Salud FC. Inmediato

5. Retirar, de inmediato, el pasaporte oficial a todos los colaboradores que lleguen de vacaciones o de fin de misión, a su arribo en el aeropuerto. Resp. Viceministra que atiende el área de las Relaciones Internacionales y la Colaboración. Participan: Directora de la UCCM, Director de Relaciones Internacionales. FC. Inmediato.

Unidad Central de Colaboracion Medica.
6. Promover convenios con clínicas privadas a través de la Comercializadora de Servicios Médicos y de Salud Cubanos, como una forma de contrarrestar la contratación individual. Resp. Viceministra que atiende el área de las Relaciones Internacionales y la Colaboración. Participan: Directora de la CSMC, Director Jurídico FC. Permanente con control mensual.
7. Revisar los convenios interministeriales y los de comercialización de servicios, para negociar con la contraparte y no permitir la contratación individual en instituciones públicas y privadas. Resp. Viceministra que atiende el área de las Relaciones Internacionales y la Colaboración.

8. Revisar los contratos individuales y pactar con el colaborador compromisos de no contratación individual y que su contratación sea a través de la Comercializadora de Servicios Médicos y de Salud Cubanos. Resp. Viceministra que atiende el área de las Relaciones Internacionales y la Colaboración.

9. Ratificar en los contratos individuales de los trabajadores en nuestras instituciones que las causas de terminación del contrato de trabajo son las establecidas en el código de Trabajo. Resp. Viceministro que atiende el área de Economía. Participan: Directores Provinciales de Salud, Directores de Recursos Humanos y Jurídicos Fc. Permanente.

10. Depurar y concluir el proceso de inhabilitación en el ejercicio de la profesión de los 211 profesionales que abandonaron los servicios sin estar autorizados. Resp. Director de recursos Humanos. Participan: Director Jurídico y Directores Provinciales de Salud Fc. Inmediato

11. Estudiar las normas vigentes de Organismos Internacionales (OIT, OMS, OPS) relacionadas con la migración de profesionales de la medicina. Resp. Viceministra que atiende el área de las Relaciones Internacionales y la Colaboración. Participan: MINREX, MYSS, Directores de Recursos Humanos, Jurídico y Relaciones Internacionales Fc. 30 de marzo de 2015.
12. Considerar una indisciplina de suma gravedad el no cumplir los términos de aviso previo, o no regresar en el tiempo establecido de las vacaciones programadas y/o licencia no retribuida, sin causas justificadas y comprobadas, aplicando la medida disciplinaria de separación definitiva de la entidad. Resp. Directores Provinciales y Directores de Unidades de Subordinación Nacional. Participan: Directores de Recursos Humanos, Jurídico, Rectores y Decanos.

13. Promover expedientes de inhabilitación en el ejercicio de la profesión en el territorio nacional, a los profesionales que violen los procedimientos establecidos para la salida del país. Resp. Directores Provinciales y Directores de unidades de Subordinación Nacional. Participan: Directores Jurídicos, Recursos Humanos, Rectores y Decanos. Fc. Permanente con control mensual.

14. Al recibir la solicitud de ubicación laboral de un especialista que haya regresado luego de abandonar los servicios sin cumplir los procedimientos establecidos, no ubicarlo en el centro de donde proceda y siempre en uno de inferior categoría a la que poseía el que trabajaba. Resp. Directores Provinciales y Directores de Unidades de Subordinación Nacional. Participan: Director de Recursos Humanos, rectores y Decanos. Fc. Permanente con control mensual.

15. Poner en vigor un instructivo complementario de la Resolución 282/16 de junio de 2014”reglamento sobre la contratación, ubicación, reubicación, promoción, inhabilitación y suspensión temporal en el ejercicio de la profesión de los profesionales y técnicos”; relativo al procedimiento y términos para tramitar un expediente. Resp. Viceministro Primero. Participan: Director Jurídico. Fc. Inmediato.

16. Organizar de conjunto con el MINREX, reunión con los embajadores de los países donde más viajan los médicos, con el objetivo de discutir y desestimular la contratación individual de los profesionales en sus países.

17. Enviar comunicación a los jefes de brigada y embajadores cubanos en los países que más reciban profesionales de la salud cubanos, con el objetivo de que por la vía diplomática se discuta primero con los Ministros de Salud y después con los ministerios de Relaciones exteriores, la situación de la contratación individual.

18. Coordinar con la Dirección de Identificación, Migración y Extranjería del Ministerio del Interior, para mantener un flujo de información que permita adoptar medidas en correspondencia con el movimiento migratorio.

*Lo siguiente forma parte de una reunión del Ministro de Salud la pasada semana, pienso les interese a algunos foristas. En línea. 15 marzo 2015. Cubared. Consultado:3/23/2015.Disponible en: http://www.cubared.com/?p=foro_tema&id=9941


Nota del Editor: Incluimos el texto sin agregar comentario alguno a los acuerdos; se incluye en la Red para que no ocurra como tantos documentos que afectan a tantos, no son consideramos como documentos legales, pero si son aplicados como tales y lo más importante…., nunca queda constancia de los mismos. Si usted tiene algún documento como este en su redacción original u otros documentos oficiales puede hacerlos llegar a nuestro correo electrónico.

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Médicos cubanos causan una guerra abierta entre la Ordem dos Médicos (Colegio Médico) y el Ministerio de Salud de Portugal.

En setiembre llegan a Portugal otros 51 médicos cubanos. Reforzaran  las áreas más necesitadas de Alentejo, Algarve y Lisboa, y se debe garantizar la asistencia médica a más de 47 500 habitantes. La llegada de estos  médicos no es bien recibida por todos. La Ordem dos Médicos acusa al  Estado por gastar más en pagos de salarios a médicos extranjeros en comparación con los salarios a los médicos portugueses. El Ministerio de Salud se niega a criticar y señala que las cifras son diferentes.

Ver el VIDEO a continuación:


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Mais Medicos: Feudalismo Ideológico.

Incluimos en nuestro Blog un artículo titulado: The story behind Cuba’s deal to send doctors to Brazil, que retoma el tema de los médicos cubanos en Brasil. El artículo ya tenía una respuesta que aparece en el excelente Blog de temas cubanos, Cuba open. No queremos dejar la oportunidad de incluir aquí de manera íntegra el artículo respuesta:

A veces resulta una tarea bastante pedestre, para no decir frustrante, encontrar los reportes o los ¿análisis? de ciertos llamados ‘periodistas’ cuando de Cuba se trata, o cuando de algún tema relacionado con Cuba se trata. Este es el caso de un artículo del sitio digital QUARTZ firmado por un, supuesto, periodista de origen colombiano de nombre Daniel A. Medina.

El llamado ‘periodista’ compara las cifras de gastos en salud y cantidad de médicos entre Cuba, Brasil, Estados Unidos y Canadá, para llegar a “desentrañar” el “por qué” de la presencia de los médicos cubanos en Brasil. Y presenta esta tabla que le ofrezco a continuación, cuya fuente de origen es la Organización Mundial de la Salud, OMS, o WHO en sus siglas en inglés:

Sin embargo, a la hora de cuantificar y analizar las cifras brasileñas, el ‘profesional de la información’, ¿no es así como se conocen a los periodistas?, comete la muy conocida pifia de rehuir las cifras de la OMS y se traslada a las que ofrece la OECD, que es una entidad independiente, cuyos análisis y observaciones están basados en evidencias y con la ayuda de gobiernos y organizaciones de la sociedad civil.

Muy diferentes de la conocida aceptación unívoca de la OMS que, en el caso muy particular de Cuba, es fatal.

El corolario del artículo del señor Medina parece decir, y refrendar, la “panacea” del sistema de salud cubanos, sin otras evidencias que lo que la OMS unívocamente acepta por parte de ese mismo gobierno, vale repetirlo. Se le olvida, por ejemplo, cuestionar esos gastos mínimos por parte de Cuba con respecto a la salud, donde deben estar incluidos los salarios miserables de los médicos y especialistas de la salud en la isla. No dejar de mencionar que no se cuestiona hechos importantes como: la calidad de esos médicos, el nivel tecnológico y la calidad de los servicios de salud, el monto de inversiones en un sistema que cada día reclama más de la tecnología, la existencia de medicamentos y de una infraestructura hospitalaria de calidad, y muchos otros aspectos que han sido cuestionados al sistema de salud de Castro.

Ah, cosa curiosa, como víctima colateral del escrito, contradice las conocidas declaraciones de ‘presidentes’ cubanos - que nunca lo han sido -, y representantes del oficialismo de salud, sobre las ‘cuantiosas’ inversiones en los sectores de salud.
¿Se ponen los ‘rolos’ o se hacen ‘papelillos’?

O la OMS miente, o el gobierno de Cuba desinforma a la OMS, o sencillamente, como es de esperarse, el gobierno de Castro miente en sus declaraciones públicas, envía informaciones ‘desinfladas’ de la retórica oficial y le hace caer en un ridículo para inflar el mito de la salud pública cubana, con aquello de que con poco dinero se puede tener servicio de salud.

Lo que está detrás de esta mistificación, sin embargo, es un típico feudalismo ideológico.

El gobierno de Cuba, según el mismo artículo de QUARTZ recibe anualmente 270 millones por esos profesionales de la salud en ‘Mais Medicos’. Mientras, esos mismos profesionales trabajan en las peores zonas de Brasil a cambio de una miseria, y sin opción de poder escoger y salir a ejercer su función donde el profesional desee. Los médicos brasileños tenían toda la razón al protestar, y los cubanos deberían aplaudirlos por sus protestas. Evidentemente lo hacen por ellos, no por los cubanos, pero en la práctica la protesta demuestra el uso feudal de la populista Dilma Rousseff de la agenda “Mais Medicos’.

Vamos, los médicos cubanos caen en el bolsillo de la presidenta como siervos de la gleba, gracias al ‘préstamo’ de su señor feudal, Raúl Castro.

El llamado ‘presidente’ Castro recibe doble beneficio aquí. Un inversor amistoso y que presta ‘amablemente’ dinero para construir monumentales obras en un puerto habanero, casi un símbolo del naufragio de la nación cubana, el Mariel. Recibe, además, una buena suma de dólares para su bolsillo desfondado. Y, encima de todo, un aplauso ideológico para un programa de salud que está en bancarrota en Cuba.

Mientras, en Brasil, los médicos que tienen oportunidad de huir del programa escapan, denuncian las condiciones de su labor, acusan a la presidenta Rousseff de contratar mano de obra semi-esclava y, muy importante, descubren la complicidad de las propias organizaciones hemisféricas y mundiales de la salud con la dictadura de Cuba.

Todas ellas hacen silencio mientras publican los informes del gobierno de Cuba, sin chistar, sin cuestionarlos, sin siquiera pedirles la presencia de organismos y fuentes independientes.

El silencio de los corderos.

En Cuba, pues, los médicos siguen con su pago de siervos de la gleba. Se les excluye del derecho a poder viajar libremente, se les explota sin misericordia al caer el peso de los ‘ausentes ideológicos’ sobre los hombros de los presentes y hospitales, servicios y medicinas siguen teniendo el doble estándar ciudadano.

No sé qué me frustra más, si el hecho de que se le sigue pagando muy liberalmente a ‘periodistas’ que no tienen la más mínima inteligencia, o deseo, o aptitud de cuestionar, buscar las cifras verdaderas detrás de los hechos, las evidencias, preguntar, preguntar y volverse a preguntar, después de todo el periodismo es la profesión de la pregunta; o la ‘maravilla’ de que aún se sigue premiando a un  gobierno con la aceptación de la semi-esclavitud de sus conciudadanos para el uso personal, y local, de un populismo mediocre.

El silencio es mucho más que complicidad, es aceptación.


*Programador y apasionado de la fotografía. Se define como un orgulloso cubano canadiense. Edita el Blog Open Cuba y Contrapunto. Reside en Toronto, Canadá. 

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La contratación de médicos cubanos para trabajar en Portugal es una pésima gestión según la asociación médica de ese país.

La Asociación Médica dice que la  medida cuesta más: el acuerdo prevé  una cantidad mensual superior a cuatro mil euros, por cada profesional, pero en Portugal un médico de familia gana € 2.800.

La Asociación Médica (Orden dos  Médicos)  califica de incalificable el proceso de contratación de los médicos cubanos, que han costado € 12 millones al Estado portugués. En declaraciones a Renascença,  el presidente se pregunta por qué se paga a los profesionales extranjeros el doble de lo que se paga a los médicos nacionales.

Prof. Jose M Silva
Ordem dos Medicos 
José Manuel Silva considera el acuerdo una medida de mala gestión  que cuesta más. "Tenemos cientos de especialistas médicos que  emigrar, tenemos miles de médicos jubilados que podrían ser contratados, los médicos tienen que ir a trabajar al sector privado debido a la tremenda descalificación y las dificultades de la práctica de la medicina en el Servicio Nacional de Salud. Y la solución a la gravedad  de estas situaciones es la decisión del  Ministerio de Salud, de contratar a 50 médicos cubanos que representan para el  Estado portugués  duplicar el costo por salario comparado con un medico portugués. Esto es absolutamente indescriptible”, subraya.
El periódico "i", que tuvo acceso al Acuerdo de cooperación entre Portugal y Cuba, dice que los médicos cubanos le  han costado € 12 millones para el Servicio Nacional de Salud. El  Acuerdo prevé una cantidad mensual superior a cuatro mil euros para cada profesional. En Portugal un médico de familia gana € 2.800.

"La divulgación de estos documentos confirma lo que la Orden hace mucho tiempo había denunciado: el hecho de que están pagando a los médicos cubanos y sin experiencia, salarios  que son el doble de lo que se paga a los médicos  portugueses", dijo José Manuel Silva.

El acuerdo de cooperación entre Portugal y el Servicio de médicoscubanos estatal fue revelado por el periódico después de una queja a la Comisión de Acceso a los Documentos Administrativos.

El Consejo Médico también ha pedido ante un tribunal, para tener acceso al documento, pero todavía está a la espera de la decisión del tribunal.


Fuente: Renascença(google traslate) 

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Médicos cubanos, una mercancía exportable en el mundo de los negocios.

En un artículo publicado en el Juventud Rebelde, leí sobre los nuevos sueldos para los trabajadores de la Salud. Esa es una buena noticia para todos aquellos que cuidan la salud el pueblo tanto dentro de nuestra Isla como en otros países.

Pero lo que me molestó en el referido artículo fue la utilización del vocablo "exportar" para referirse a los hombres y mujeres de la bata blanca que trabajan en otras latitudes, como si fueran una mercancía más en el mundo de los negocios. Y hasta puede que así sea, pues conocimos que por ese concepto el Gobierno de la Isla percibe nada menos que 8 000 millones de CUC.
Cualquiera que sepa del auge de este negocio llevado a cabo por las autoridades pudiera sacar la conclusión de que ya hasta nuestros trabajadores de la Salud han sido clasificados como pura mercancía, a la par de un saco de azúcar o un paquete de caramelos.

Esa expresión incluso pudiera considerarse despectiva, cuando en lugar de eso habría que reconocer la importancia de estos trabajadores en nuestra Patria. En nuestro idioma existen otros vocablos más apropiados para este fenómeno. No se trata de cuadrúpedos, sino de seres humanos; son médicos, enfermeras, laboratoristas, etc., que merecen respeto por la labor que llevan a cabo


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