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Potencia Médica

Cuba: ¿y las aspirinas cuándo volverán?

Las esquivas aspirinas

La ausencia de aspirinas en las farmacias cubanas, alarma a los consumidores de estas pastillas. La aspirina es un medicamento de amplia demanda en la población del país. Por muchos años se ha considerado relativamente fácil acceder a ella, es algo que siempre había estado a mano, pero en los últimos tiempos este medicamento no llega a los lugares de expendio y es hasta difícil conseguirlo en la llamada bolsa negra, a través de los revendedores.

Los trabajadores de farmacia no pueden explicar satisfactoriamente a los clientes el porqué de esta falta de aspirinas, ya que a ellos tampoco se les brinda una aclaración. Es por eso que la misteriosa desaparición de este demandado medicamento crea alarma en las personas, lo que ha hecho que inunden de cartas a una emisora estatal como Radio Reloj en busca de una respuesta. Entre las causas que los radioyentes pudieron escuchar, están la ausencia de materia prima para producirla.

Pero habría que especificar que no solo falta la aspirina que se vende sin necesidad de receta médica, como se conoce de forma popular “por la libre”, sino que tampoco están disponibles, las que se reciben por el llamado tarjetón.
En cualquier farmacia de Mayabeque, Artemisa o cualquier otra provincia del país en que se pregunte si hay aspirina, la respuesta es siempre la misma: "Está en falta". Sin dudas esta situación crea una atmósfera de disgusto dentro de la población.

Mario, un jubilado expresaba a la entrada de una farmacia "Esto es el desastre, la potencia médica mandando contingentes de salud al extranjero y no puede hacer que lleguen unas pastillitas a la farmacia para los cubanos".

La prolongada ausencia de este medicamento es notable debido a que es uno de los más demandados, accesibles y sencillos y por el hábito que existe en la población cubana de hacer uso de él, por lo que todos se preguntan: "¿Y las aspirinas cuándo volverán? Al parecer la respuesta a esta pregunta nadie la sabe; y las autoridades de Salud Pública que pudieran contestarla, parecen no tener prisa en dar la respuesta.

Mayabeque, 12 de mayo de 2015.


*Comunicador independiente de la Red de comunicadores comunitarios en Cuba. Su teléfono de contacto es: 58365937

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Pablo Milanés se opera en España, la Dra. Chan OMS llega a La Habana y el sobreviviente…, sobrevive en un hospital cubano.

¿Invidia? Que si Pablo, poeta cubano nacionaliza’o españó se operó en Galicia y no en el Calixto. Y no falta el que se desgañita clamando traición a la gloria esa que se ha viví’o del mulato consecuente que no quiso pasar por el bisturí de la patria, pero es que después de cómo salió Chávez, ¿quién se atreve con la potencia? Milanés se opera donde le salga de sus cojones, o en su caso, de sus riñones. Lo que se llama con todas sus letras pura luzbrillante, porque no hay más nada que quemar en la isla y en sus orillas. Más, ahora, no falta el que cree que con la visita de Putin, (que según muelean algunos, ¡incluso en los Mayamos! es el más respetado líder de no sé qué) volverá la carne rusa regalá. ¿Dime algo?

“Despiértate. Niño, despierta… Hola, niño, despiértate. Ehhh… ¿Dónde estoy? ¿Quién soy? ¿Hoy es ayer o mañana es hoy? Si esto no es el infierno algo anda mal… ¡Ah no! ¡Esto es un hospital! ¡Qué feo, las paredes sin pintar! ¡Ventanas, pastillas, pisos sin limpiar! Dije… ¿Qué? Aquí no me voy a quedar, aquí lo que me van es a matar. ¡Me voy! (…) ¡No quiero morirme!
VIDEOdel Sobreviviente…, a continuación:
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Cuba: ¿potência médica?

 As pias escorrem água pelo chão, os sanitários apresentam deterioração, as camas constituem verdadeiras torturas para os que estão para fechar os olhos para sempre.

A maioria da população já não acredita no conto de que Cuba é uma potência médica. Creia-me, amigo leitor, a saúde em Cuba está de pernas para o ar.

O Sistema de Saúde Pública cubano atravessa um momento crítico. A realidade assalta cada hospital onde os enfermos se chocam com a triste realidade de não receber uma atenção médica adequada.

Embora se diga que a assistência médica em Cuba é gratuita, há meses que se divulga o custo das consultas, check-ups e internações em hospitais. A Saúde Pública cubana se privatiza, por baixo dos panos.

A corrupção impera. Os médicos especialistas, após consultar pacientes, recebem tantos “presentes” que não podem carregá-los sem ajuda, isso sem contabilizar o dinheiro em espécie que levam em seus bolsos. As cirurgias estéticas e implantes bucais não se realizam se os pacientes não soltam a grana.

O doutor Márquez, à frente de implantes bucais no Hospital Arnaldo Milián de Villa Clara, é um exemplo vivo. Lá, embora te realizem uma revisão e preencham tremenda papelada, não realizam o implante se o dinheiro não está na frente. Com muita sorte te convertes em bucha de canhão para aprendizes estrangeiros que trazem os materiais e vêm praticar em Cuba.

Missões no exterior

 A desmedida exportação de trabalhadores da saúde para o exterior é a causa de falta de pessoal médico. No encerramento de 2012, mais de 31 mil trabalhadores da saúde cubana estavam em terras venezuelanas, negócio redondo para o governo que paga um mísero salário aos “cooperantes”, como chamam os médicos e enfermeiras no exterior.
Para sair para trabalhar no exterior, se não tens uma mão amiga “acima”, quer dizer, nas direções estaduais e nacionais do ramo, tens que subornar, em sua grande maioria, aos que outorgam a saída.

A corrupção dos dirigentes converteu-se em uma máfia organizada. O pessoal aspirante a trabalhar no exterior deve ser liberado primeiramente por diretores do centro trabalhista, quer seja hospital ou policlínica. Daí para cima, pelos diretores municipais ou estaduais de saúde. Existem casos que só o ministro do ramo autoriza.

“Senhor Dinheiro” sempre joga seu papel. Comenta-se que uma “missão” equivale a comissões entre 300 e 500 CUC [1], ou algum eletrodoméstico de qualidade como computador, tv de tela plana, segundo o que prefiram os que têm a chave da saída. As missões para a África são mais caras do que as da América Latina. Lá pagam melhor. Não se deve esquecer que existem os requisitos indispensáveis:ser confiável politicamente e passar no filtro da Segurança do Estado que é quem dá a última palavra.

O Arnaldo Milián Castro por dentro

Segundo dados oficiais, o Ministério de Saúde Pública em Cuba conta com uns 800 grupos de trabalho para resgatar o programa do Médico da Família que conta com mais de 11.500 consultórios médicos. A maioria em um estado crítico da edificação e com carências de pessoal e material.

Em Santa Clara, anúncios de publicidade alardeiam a qualidade dos centros de saúde. Os posters são chamativos e até estimulam a visitar os locais. Só que ao chegar se choca com outra realidade.
Após percorrer o Hospital Arnaldo Milián de Castro de Villa Clara, o resultado assusta. Na sala de cuidados intensivos, onde internam pacientes com etiqueta de morte, as condições são apavorantes. Chamam a sala de “o matadouro”.

Quatro cubículos com cinco camas cada um, sem ar condicionado – há mais de um ano. O único desfibrilador, com defeitos técnicos. Até os ventiladores brilham por sua ausência. Só um monitor (cardíaco) corre de um paciente para outro. Tiram-no do que ainda o necessita para outro que está pior.

As pias escorrem água pelo chão, os sanitários apresentam deterioração, as camas constituem verdadeiras torturas para os que estão para fechar os olhos para sempre.

 Este exemplo mostra que o sistema de Saúde Pública em Cuba está muito longe de ser o que foi um dia. A maioria da população já não acredita no conto de que Cuba é uma potência médica. Creia-me, amigo leitor, a saúde em Cuba está de pernas para o ar.

Comentário muito pertinente de uma leitora cubana ao artigo acima:

Tenho que comentar que há seis anos nasceu meu sobrinho no Hospital de Villa Clara. Eu viajei imediatamente para lá e conto-lhes que as condições são deprimentes, o banheiro é um asco, há um tanque todo oxidado para lixo e a água suja das toalhas sanitárias ensangüentadas das mães que davam à luz escorre pelo mesmo, já que está com o fundo furado.

As BARATAS correm por todos os lados. Na verdade tivemos muita sorte de sair dali com nosso bebê bem. De qual saúde fala o país? Em lugar de estar feliz pela chegada do bebê, eu estava desmaiando, tinha que descer e caminhar umas quadras para ir a um banheiro em um “Rápido”.

Há alguns meses viajei com minha filha pequena de 2 anos que adoeceu, tinha febre e falta de ar e levei-a imediatamente ao pediátrico que tem em Marianao. Quando cheguei, me disseram que tinha que ir a outra sala para que a atendessem porque os médicos de plantão não podiam atendê-la (em nenhum momento lhe mediram a temperatura), a menina estava chorando e eu também…

Subimos e descemos pelos elevadores porque as grades estavam fechadas, subimos escadas e eu desesperada com minha filha. Quando chegamos ao suposto lugar, resulta que era a sala para estrangeiros, que tinha que pagar a consulta de 30 CUC e o medicamento também em CUC.

Obviamente minha paciência chegou ao fim disse-lhe que ia denunciá-los, que eu sou cubana e que tenho os mesmos direitos que os que estavam no atendimento do plantão. Comecei a reclamar e então, depois que um doutor imbecil me deu um sermão, me passaram e a atenderam. A verdade é desesperadora. A nós que vivemos no estrangeiro NÃO nos dão o dinheiro, trabalhamos muito talvez mais que os doutorzinhos que estão sentadinhos lá esperando que lhes chegues com um presente ou lhes pague por isso, e porque não me deu na telha NÃO lhes paguei nem um centavo. Espero não passar por essa situação outra vez. Agora trato de levar o remédio de minha filha e curá-la em casa.

Nota da tradutora: [1] Em Cuba, desde 1994 existem dois tipos de moeda que só têm valor dentro da ilha: os Pesos Cubanos, de valor inferior e que se usam nos mercados, feiras, farmácias etc., e os CUC (Peso Cubano Convertível) que se usam nos hotéis, lojas, hospitais, tudo o que somente o estrangeiro tem acesso. 1 dólar custa, em valores estimados em 25 de agosto de 2013, data em que este artigo foi publicado, 0,96749 CUC. Se a pessoa quer trocar dólares em espécie por CUC, sofre um acréscimo de 10%.

Tomando-se como base estes valores, cuja fonte é do próprio Banco Central Cubano, e tomando-se a conversão do dólar ao real na base de R$ 2,40, temos que 300 CUC equivalem a R$ 698,40 ou se 500 CUC, R$ 1.164,00, que é o valor máximo que cada médico cubano receberá no Brasil, através da ditadura castrista, por sua participação no programa “Mais Médicos”.


Nota: artigo ou relatório recebido por e-mail.

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Salud publica en Cuba…, el mito y la realidad.

La Habana, 2 de Junio.- Uno de los mitos más celosamente manipulados, a lo largo de los más de 50 años de tiranía es, sin lugar a dudas, el mito de la potencia médica; que junto a otras gratuidades infecundas conforman el patrimonio mezquino de la fracasada “revolución redentora”.

Durante casi 30 años, toda la vida social y económica del país estuvo sostenida  por el bolchevismo totalitario de los sóviets.

Los sepultureros de la democracia no fueron capaces de crear una sola fuente de riqueza, ni generar un ápice de desarrollo sostenible; la prueba de ello, salió a flote con su dedo acusador cuando se vino abajo la ideología ruinosa del poderoso imperio del socialismo mundial.

Los planes quinquenales –donde se insertaban como parásitos privilegiados la Salud Pública y la educación- quedaron arrinconados en la historia como una mueca burlona de la decadencia.

Lo que quedó del Hospital Lebredo despues del Periodo Especial.
El comunismo cubano, se quedó sin argumentos para convencer, y la única motivación de su existencia es tratar de no morir ajusticiado.
La atención médica siempre fue deficiente; los grandes espectáculos de la ciencia cubana, siempre han estado reservados para mantener en cartelera la imagen teatral de una salud pública benefactora.

Cuando el ciudadano común solicita los servicios médicos preventivos, se encuentra con el desgano de profesionales mal pagados que tienen que trabajar limitados por la falta de recursos. Los hospitales, más allá de los retoques cosméticos de sus fachadas, son auténticos tugurios medianamente dispuestos para ofrecer algunos deficientes primeros auxilios.

Un profesional, que estuvo vinculado al sector de la salud en el nivel central,  aceptó responder algunas preguntas, siempre que no se revelara su identidad.

Según nuestro entrevistado, la única prioridad del gobierno, respecto a la atención médica,  “es mantener activado un programa de emergencias para eventualidades extremas; el resto, es utilizar los hospitales y centros asistenciales como campos de entrenamiento y experimentación para estudiantes y graduados latinoamericanos”.

Es bochornoso” –continuó-; “bochornoso y lamentable, que un país como Cuba, que exporta miles de médicos hacia los lugares más distantes, y en condiciones -muchas veces- extremadamente difíciles, haya delegado más del 60% de la atención médica regular en manos de estudiantes y recién graduados extranjeros sin ninguna experiencia”.

Sin embargo” –aseguró-, “para no apartarnos ni un mínimo de la verdad, hay que reconocer que no todo está mal. A pesar de la incapacidad estatal para proveer los recursos necesarios para el buen desempeño del ejercicio médico, se debe destacar la calidad humana de una gran parte del personal cubano que labora en el sector de la salud; ellos, son los que soportan -con su fardo de miserias cotidianas- todo el peso de la escases y la ineficiencia generadas –sobre todo- por la indolencia y la corrupción de la dirigencia política”.
Uno de los ejemplos que mejor ilustra el contraste, son los (CMF), Consultorios del Médico de Familia (la mayoría en estado deplorable), un programa de atención primaria  para el cubano simple, que la falta de recursos y el burocratismo estatal han convertido en centros de control estadístico sin capacidad ni condiciones materiales para satisfacer la más elemental de las urgencias; sin embargo, el desempeño humano del personal profesional que labora en estos centros logran llenar el vacío que dejan la escases de recursos y medios, como consecuencia del enorme desamparo estatal.   

Ada Lidia, una enfermera con 15 años de experiencia, confesó estar obstinada, por tener que justificar constantemente los incumplimientos en la entrega de resultados de chequeos médicos, o los cierres temporales del consultorio por falta de agua, o la imposibilidad de aplicar simples inyecciones por carecer de fluido eléctrico y no poder esterilizar el instrumental necesario.

Imagínese” –nos comentó- “que grado de indigencia laboral estamos padeciendo, que este consultorio ha estado hasta 11 días sin energía eléctrica, por habernos pasado en el consumo que tenemos asignado.

Un auténtico desastre, digno de la incapacidad de quienes nos gobiernan -concluyó.

Tengamos fe que sea cierto -y se cumpla-, lo que postula el viejo proverbio: “Nunca es más oscura la noche que cuando está amaneciendo”.
*Ernesto Aquino Montes, Periodista Independiente. Poeta y Editor del Centro de Información Hablemos Press (CIHPRESS). Dirección: Calle Bella Vista No 753 Bajo, entre Vía Blanca y Santa Lutgarda, municipio Cerro, La Habana. Tel: 5 381 91 11. Email: aquino.liberyvid@gmail.com.

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Cuba, la Isla de la Salud o el Mito de la Salud.

Aquí tenemos dos artículos que abordan la situación de la Salud en Cuba. Ambos argumentan desde posiciones extremas. En el primer artículo un periodista no cubano, Salim Lamrani describe a Cuba como la Isla de la salud por excelencia. En tanto que ... Continue reading